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Uma historia de Sucesso Hinode Cosmeticos

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Uma historia de Sucesso Hinode Cosmeticos

Mensagem por MrViSiBLe em 8/16/2017, 20:39

Considerada uma das 10 maiores empresas de vendas diretas do país, a Hinode não para de crescer. Os fundadores Adelaide e Francisco Rodrigues compartilham a história de sucesso, que continua com a segunda geração da família. Inspire-se!


Filha mais velha de quatro irmãs, Adelaide Garcia da Silva aprendeu desde cedo a lutar pelos seus sonhos e tece como exemplo uma mulher tão forte como ela mesma viria a se tornar, sua mãe, dona Alcina da Silva. “Era uma guerreira, aprendi muito com ela. Se faltasse alguma coisa em casa, minha mãe não permitia que a gente contasse para ninguém. Ela dizia, ‘pode deixar que à noite eu trago comida’ e sempre dava um jeito”, conta Adelaide.
Naquela época, ela vivia com a família – seu pai, José Clímaco, sua mãe e duas irmãs (a terceira irmã nasceria mais tarde, em São Paulo) – no sertão da Bahia, em um vilarejo chamado Baixa da Volta. A cidade mais próxima, Novo Triunfo, ficava a seis quilômetros de distância. Aos nove anos, se mudou para São Paulo com a família, que fugia da seca. Na cidade grande, depositaram a esperança de melhores condições de vida. “Foi no dia 27 de agosto de 1956, nunca me esqueço”, afirma.
Adelaide conta que o começo em São Paulo foi difícil, principalmente para a sua mãe, que sentia muita falta da liberdade que tinha no sertão. “Fomos morar em um cortiço na Vila Santa Maria, era um quartinho pequeno. Lembro dela chorando muito, querendo voltar para a Bahia.”
Ainda menina, Adelaide começou a trabalhar com dona Alcina, que a ensinou a costurar – foi costureira por muitos anos, até conhecer o sistema de venda direta. “Costurávamos guarda-chuvas, a pontinha deles. Aos 12 anos fiz meu primeiro vestido e assumi a costura como profissão.”



SEU FRANCISCO



A mais de 2 mil quilômetros de distância de Adelaide, estava Francisco Rodrigues, na cidade de Andradina, interior de Sâo Paulo. Nascido em 1946, ele também enfrentou dificuldades. “Foi uma infância muito pobre. Tinha seis irmãos – eu era o mais velho. Morei alguns anos com a minha avó, enquanto os irmãos mais novos acompanhavam meu pai, que estava sempre viajando em busca de vida melhor”, conta. Hoje, Francisco se emociona ao lembrar que conseguiu proporcionar uma vida melhor ao pai. “Dei uma casa para ele, onde viveu feliz até falecer.”
Entre os irmãos, Francisco foi quem mais estudou – fez o primário completo. Nas horas vagas, ajudava a avó, lavadeira, a carregar roupas. “Levava uma trouxa enorme na cabeça”. Aos 14 anos, se mudou com os pais para o Paraná, onde ficou pouco tempo. Dois anos mais tarde, aos 16 anos, resolveu se mudar, sozinho, para São Paulo. “Peguei um trem e vim para cá. Fui morar na Vila Brasilândia e arrumei trabalho como servente de pedreiro. Carregava latas de concreto nas costas.” Em seguida, trabalhou como vendedor em uma loja de móveis – mas ainda não havia definido qual profissão seguir.



O ENCONTRO



Em 1966, Adelaide e Francisco se conheceram. “Ela era costureira e eu não tinha profissão”, recorda ele. De imediato, ele pediu Adelaide em namoro, mas ela disse que só aceitaria se ele voltasse a estudar para ter uma carreira. “Levei o pedido dela a sério e fiz curso para me tornar torneiro mecânico”, conta.
Eles se casaram e, alguns anos mais tarde, tiveram o primeiro filho, Sandro. Na sequência, nasceram Alessandro e Crisciane. Depois veio Leandro, o caçula. Com quatro filhos para sustentar, o orçamento começou a apertar. “Percebi que precisávamos mudar de vida para poder dar aos nossos filhos condições melhores do que as que tivemos na infância”, diz Francisco.



O MOMENTO DA VIRADA



Adelaide e Francisco entraram para o ramo de venda direta por causa da insistência de Dielza da Silva, amiga deles há 44 anos e que já atuava no setor. Satisfeita com o próprio desempenho, Dielza percebeu o potencial do casal, mas teve que insistir muito até que eles aceitassem o conselho. “Ela nunca desistiu da gente. Se tivesse largado mão, não estaríamos aqui, hoje, para contar essa história”, diz Francisco. Adelaide faz coro: “Dielza foi a responsável pela mudança de vida da família. Ainda bem que ela não desistiu de nós. Entendo o valor disso porque também sou persistente, nunca desisti de ninguém da minha equipe”, afirma.
Dielza ia todos os dias na casa do casal tentar convencê-los. “Eu escutava o barulho da Kombi e já sabia que era ela chegando. Ela sentava em uma das máquinas de costura e ajudava Adelaide no trabalho enquanto explicava para nós as vantagens da venda direta”, recorda Francisco. Um dia, a amiga os convidou para uma festa, alegando que o marido não poderia levá-la. Adelaide e Francisco foram e levaram a filha Crisciane. A festa, na verdade se tratava de um evento de venda de cosméticos. Lá, sentiram que era a hora de entrar no negócio.
“Eu e a Adelaide voltamos para casa e passamos a noite fazendo contas. Resolvemos vender todas as máquinas de costura e comprar um fusquinha para fazermos as visitas aos clientes”, conta Francisco. Segundo Adelaide, o casal não sentiu medo ao tomar a decisão. “A partir do momento que você tem uma meta, tudo começa a acontecer”, acredita.



A OPÇÃO POR COSMÉTICOS



Sandro Rodrigues, que hoje é o presidente da empresa, tem boas recordações da época. “Foi uma infância muito feliz. Éramos uma família simples, nada de excepcional. Moramos por um bom tempo na casa dos meus avôs maternos, dona Alcina e seu José, que são meus padrinhos. Fiz tudo que um moleque da minha classe social fazia, sempre com alegria e junto aos meus irmãos”, recorda. Muito próximos, os quatro irmãos souberam aproveitar a infância e se mantém juntos até hoje, agora na diretoria da Hinode.
Quando entraram para a venda direta, em 1979, Adelaide ainda não havia descoberto os cosméticos, que viraram sua grande paixão. Naquela época, eles vendiam utensílios para casa e cozinha, como porcelana real. “Muito pesadas para carregar”, recorda ela. Filho mais velho, Sandro acompanhava de perto a atividade dos pais. “Como não tinha onde nos deixar, eu e meus irmão íamos aos eventos. Já os caçulas, às vezes, ficavam com uma tia. Eu ajudava sempre – comecei carregando as sacolas”, conta Sandro.
Quase dez anos depois, em 1988, nasce a Hinode, empresa de cosméticos e bem-estar que mudou a vida dos Rodrigues e que proporciona a mesma oportunidade para milhares de outras famílias. Hinode é o nome dado em japonês ao primeiro raio de sol do ano e foi a tradução que encontraram para Sol Nascente, nome da primeira equipe de vendas de Adelaide. “Sempre admirei a disciplina e força de trabalho da cultura japonesa. Na época, procurei saber como se escrevia Sol Nascente em japonês e aí surgiu o nosso nome”, diz Adelaide.
No começo, os produtos eram fabricados na garagem da antiga casa da família, localizada na Rua Filipe de Vitri, Zona Norte, em São Paulo. “A gente fazia produto de manhã, envazava à tarde e entregava à noite”, conta Sandro. “Eu tive muito problema de pele e usei diversos produtos tentando melhorá-la. Quando começamos a trabalhar com cosméticos, a identificação foi imediata e, baseados em melhorar a minha pele, aperfeiçoamos nossos produtos”, relata Adelaide.
A marca já começou com uma linha completa, porém, o primeiro produto a ser produzido foi o óleo para pernas, que hoje é o Hino’s Wonderful, conhecido por aliviar o cansaço, deixá-las macias e prevenir o aparecimento de estrias e de flacidez. O produto já protagonizou uma história divertida. “Uma vez, estava numa linha de envaze e chamei meus amigos da rua para ajudar. Eles começaram a brincar e um deles pegou a bisnada com o óleo para pernas e apertou no outro. Imagine isso numa sala pequena, com oito garotos. Virou uma guerra de produtos”, recorda Sandro, que além de levar uma bronca e limpar o local, ainda teve que pagar pelos produtos. “Apesar disso, foi muito divertido!”



SEGUNDA GERAÇÃO



Aos poucos, os filhos foram foram assumindo a empresa. “Aconteceu naturalmente e cada um se encontrou dentro das suas afinidades, o Sandro na direção (Presidente), o Alessandro no marketing IDiretor de Marketing), a Crisciane nas vendas (Diretora Comercial) e o Leandro na fábrica (Vice-Presidente)”, conta Adelaide.
Em 2008, a segunda geração implantou o marketing multinível, modelo comercial em que os ganhos podem vir da venda dos produtos ou do recrutamento de novos consultores. Naquela época, o sistema ainda era pouco conhecido no Brasil.
“Eu sempre busquei um modelo de negócios em que a Hinode pudesse alcançar todo seu potencial e quando eu conheci o marketing multinível, fiquei muito impressionado e percebi que havia encontrado o que estava procurando”, conta o presidente.
O novo modelo de negócio, porém, exigiu muito da família, que teve que investir todos os seus bens e baixar o padrão de vida que haviam alcançado para não deixar de pagar os funcionários. “Foi um aprendizado. Pagamos um preço alto, de 2008 a 2012, até conseguirmos adequar o sistema e reerguer a empresa”, fala Sandro.
O empenho e o aprendizado fizeram da Hinode o que ela é hoje, uma empresa que não para de crescer e está entre as 10 maiores de vendas diretas do país, segundo a ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas). Conta com cerca de 500 colaboradores, mais de 400 mil consultores independentes e mais de 300 franquias espalhadas por todo o Brasil.
“Sempre acreditei no enorme potencial da Hinode. Levei a empresa para algumas aventuras que, no final das contas, nos trouxeram conhecimento e nos permitiram chegar onde estamos hoje. Nosso sucesso não foi à toa”, considera o presidente.
A expectativa é crescer ainda mais e continuar a melhorar a vida de milhões de famílias. Parte do crescimento deve vir de investimentos no mercado internacional, próximo passo da empresa. “Nossos planos para atuar no exterior serão postos em prática no próximo ano”, adianta Sandro. “Seremos uma das maiores empresas no Brasil e no mundo a consolidar a liderança nesse negócio”, conclui o presidente.

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    Data/hora atual: 8/15/2018, 03:10